Caros Associados e Amigos,
Estamos praticamente no início de um novo ano, com a esperança de que possa haver melhorias significativas quanto às condições atmosféricas, sem os níveis de destruição tais como as verificadas no decorrer de 2024, em diversos pontos do globo.
Se em parte esses elevados níveis de destruição derivam do clima, outros há de difícil explicação, tal como o sinistro com o petroleiro “Jakob Maersk”, ocorrido em Leixões há exactamente 50 anos.
Segundo o parecer da Associação, este sinistro abre uma janela de oportunidade para ser feito o resgate da memória, lembrando episódios através de relatos de familiares e de outras pessoas que presenciaram esta infausta ocorrência. Essa efeméride será recordada num encontro que envolva diversos interessados nesta temática, e que terá lugar na Estação de Socorros a Náufragos de Leixões, no dia 31 de Janeiro, pelas 18,30 horas. Naturalmente, estão todos convidados a participar no evento.
De igual modo, logo na primeira página, é feita referência ao grande navegador Vasco da Gama, na passagem dos 500 anos sobre a data do seu falecimento. A newsletter continua com um importante texto de José Eduardo Felgueiras, sobre “Esposende e Fão na pesca do bacalhau, desde o século XIII.
Por sua vez Reinaldo Delgado comenta o sinistro com o navio petroleiro em Leixões, acima referido e o arquitecto António Menéres explora através da história contada por Amyr Klink, como foram navegados “Cem dias entre o céu e o mar”.
Maia dos Santos sugere no seu texto navegar em outras águas, porque também “Os lavradores que sulcavam a terra e o mar”, têm como os demais uma história para contar.
A terminar convirá ainda sublinhar várias notícias, relacionadas com a atribuição de Diploma de Sócio Honorário ao Dr. Adriano Vasco Rodrigues, a visita do GANNO ao Museu do Sargaço em Apúlia, a recriação da travessia de peregrinos no Cávado, e informar da publicação do livro “O Barco de Vilar de Mouros”, cuja responsabilidade recai sobre o Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense.
No escaparate é dado especial destaque à capa da Revista de Marinha Nº 1040, referente aos meses de Julho e Agosto, com uma imagem do nosso muito estimado amigo e associado António José Carmo, actualmente a leccionar no curso da Arte de Construção e Reparação Naval, promovido pelo Centro de Artes Náuticas, sediado em Vila do Conde. E fazemos também justiça confirmando que o Turismo de Cruzeiros, continua em franco desenvolvimento no porto de Leixões.
Desejamos a todos um óptimo 2025
Se em parte esses elevados níveis de destruição derivam do clima, outros há de difícil explicação, tal como o sinistro com o petroleiro “Jakob Maersk”, ocorrido em Leixões há exactamente 50 anos.
Segundo o parecer da Associação, este sinistro abre uma janela de oportunidade para ser feito o resgate da memória, lembrando episódios através de relatos de familiares e de outras pessoas que presenciaram esta infausta ocorrência. Essa efeméride será recordada num encontro que envolva diversos interessados nesta temática, e que terá lugar na Estação de Socorros a Náufragos de Leixões, no dia 31 de Janeiro, pelas 18,30 horas. Naturalmente, estão todos convidados a participar no evento.
De igual modo, logo na primeira página, é feita referência ao grande navegador Vasco da Gama, na passagem dos 500 anos sobre a data do seu falecimento. A newsletter continua com um importante texto de José Eduardo Felgueiras, sobre “Esposende e Fão na pesca do bacalhau, desde o século XIII.
Por sua vez Reinaldo Delgado comenta o sinistro com o navio petroleiro em Leixões, acima referido e o arquitecto António Menéres explora através da história contada por Amyr Klink, como foram navegados “Cem dias entre o céu e o mar”.
Maia dos Santos sugere no seu texto navegar em outras águas, porque também “Os lavradores que sulcavam a terra e o mar”, têm como os demais uma história para contar.
A terminar convirá ainda sublinhar várias notícias, relacionadas com a atribuição de Diploma de Sócio Honorário ao Dr. Adriano Vasco Rodrigues, a visita do GANNO ao Museu do Sargaço em Apúlia, a recriação da travessia de peregrinos no Cávado, e informar da publicação do livro “O Barco de Vilar de Mouros”, cuja responsabilidade recai sobre o Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense.
No escaparate é dado especial destaque à capa da Revista de Marinha Nº 1040, referente aos meses de Julho e Agosto, com uma imagem do nosso muito estimado amigo e associado António José Carmo, actualmente a leccionar no curso da Arte de Construção e Reparação Naval, promovido pelo Centro de Artes Náuticas, sediado em Vila do Conde. E fazemos também justiça confirmando que o Turismo de Cruzeiros, continua em franco desenvolvimento no porto de Leixões.
Desejamos a todos um óptimo 2025












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