Caros Associados e Amigos,
Mais uma newsletter impressa com as habituais preocupações, e logo na primeira página a lembrar a efeméride que nos transporta aos 530 anos da assinatura do Tratado de Tordesilhas.
José Felgueiras continua neste número a informar do seu estudo, que coloca Esposende e Fão na Pesca do Bacalhau desde o século XIII, enquanto o espaço museus reclama da importância do Aquamuseu do Rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, a merecer e justificar visita oportuna.
Por sua vez o arqtº António Meneres refere-se ao seu espólio bibliográfico, divulgando os trabalhos adquiridos ao longo dos anos sobre “A Arte Naval”, e Reinaldo Delgado apresenta uma pesquisa relacionada com “As Escolas de Alunos Marinheiros do Norte”.
Na sequência de trabalhos apresentados, Maia dos Santos explora a diferença que existe nos belíssimos barcos do tipo “Meia-Lua”, que continuam a ser utilizados na pesca identificada por Arte da Xávega, encontrados em diversos locais ao longo da costa.
Como habitualmente, no Escaparate é feita a divulgação do livro “Companhia de Ordenanças de Chave de Ferro”, de António Ramos, e a fechar voltamos a apelar quanto à urgência de ser encontrada uma saída, para evitar um continuado aquecimento dos oceanos.
José Felgueiras continua neste número a informar do seu estudo, que coloca Esposende e Fão na Pesca do Bacalhau desde o século XIII, enquanto o espaço museus reclama da importância do Aquamuseu do Rio Minho, em Vila Nova de Cerveira, a merecer e justificar visita oportuna.
Por sua vez o arqtº António Meneres refere-se ao seu espólio bibliográfico, divulgando os trabalhos adquiridos ao longo dos anos sobre “A Arte Naval”, e Reinaldo Delgado apresenta uma pesquisa relacionada com “As Escolas de Alunos Marinheiros do Norte”.
Na sequência de trabalhos apresentados, Maia dos Santos explora a diferença que existe nos belíssimos barcos do tipo “Meia-Lua”, que continuam a ser utilizados na pesca identificada por Arte da Xávega, encontrados em diversos locais ao longo da costa.
Como habitualmente, no Escaparate é feita a divulgação do livro “Companhia de Ordenanças de Chave de Ferro”, de António Ramos, e a fechar voltamos a apelar quanto à urgência de ser encontrada uma saída, para evitar um continuado aquecimento dos oceanos.









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