Caros Associados e Amigos,
A presente newsletter tem no Editorial um resumo sobre o retomar da actividade pelos membros da Associação, após o falecimento do seu prestigiado fundador, o arqtº. Lixa Filgueiras, no sentido de continuar os trabalhos por ele iniciados na investigação e estudo da arqueologia e etnologia navais. De igual modo é feito o agradecimento ao Núcleo de Pescadores de Matosinhos, que disponibiliza as suas instalações, permitindo ao Grupo realizar os seus encontros mensais.
Ainda na primeira página vem publicada uma resenha histórica sobre o navio-hospital “Gil Eanes”, cuja área museológica traduz a sua importância no atendimento aos pescadores, presentes na pesca do bacalhau.
O primeiro texto publicado, que é da autoria do arqtº. Lixa Filgueiras, e subjacente ao título “Influências da e na Arquitetura Naval Tradicional Portuguesa”, contempla a sua participação na “Conferência Internacional sobre os Portugueses e o Mundo”, em 1988.
Por sua vez, o arqtº. Paiva Leal chama a atenção para a vinda a Leixões do navio “Atlantida”, agora norueguês e batizado “Spitsbergen”, continuando a contar as mal explicadas facetas deste navio, que classifica como sendo o “Patinho Feio dos Açores”.
Reinaldo Delgado refere-se à “Construção de Barcaças em Vila do Conde”, pela empresa Chantiers Navals Franco-Portugais, encomendadas pelo governo Francês e utilizadas para o transporte de bens essenciais, muito necessários naquele país devastado pela guerra.
Por sua vez António Maia dos Santos discorre sobre a “Barca Serrana”, cuja tradição naval emerge nas águas do Mondego e, na oportunidade, recorda-se o centenário da publicação do livro “Os Pescadores”, de Raúl Brandão.
Quanto ao “Espaço Museus” é sugerido o Núcleo Museológico do Mar da NAPESMAT, em Matosinhos, direcionado a memorizar as diversas vertentes da actividade piscatória local.
A terminar, como habitualmente, é apresentado no “Escaparate” o livro “Sinistros Marítimos no País e no Estrangeiro, 1823-2020”, de Reinaldo Delgado, e ainda uma chamada de atenção para as “Maravilhas Poluidoras”, que à passagem pelos principais portos vão poluíndo as áreas envolventes, conforme consta no aviso preventivo da Federação Europeia de Transporte e Ambiente.
Ainda na primeira página vem publicada uma resenha histórica sobre o navio-hospital “Gil Eanes”, cuja área museológica traduz a sua importância no atendimento aos pescadores, presentes na pesca do bacalhau.
O primeiro texto publicado, que é da autoria do arqtº. Lixa Filgueiras, e subjacente ao título “Influências da e na Arquitetura Naval Tradicional Portuguesa”, contempla a sua participação na “Conferência Internacional sobre os Portugueses e o Mundo”, em 1988.
Por sua vez, o arqtº. Paiva Leal chama a atenção para a vinda a Leixões do navio “Atlantida”, agora norueguês e batizado “Spitsbergen”, continuando a contar as mal explicadas facetas deste navio, que classifica como sendo o “Patinho Feio dos Açores”.
Reinaldo Delgado refere-se à “Construção de Barcaças em Vila do Conde”, pela empresa Chantiers Navals Franco-Portugais, encomendadas pelo governo Francês e utilizadas para o transporte de bens essenciais, muito necessários naquele país devastado pela guerra.
Por sua vez António Maia dos Santos discorre sobre a “Barca Serrana”, cuja tradição naval emerge nas águas do Mondego e, na oportunidade, recorda-se o centenário da publicação do livro “Os Pescadores”, de Raúl Brandão.
Quanto ao “Espaço Museus” é sugerido o Núcleo Museológico do Mar da NAPESMAT, em Matosinhos, direcionado a memorizar as diversas vertentes da actividade piscatória local.
A terminar, como habitualmente, é apresentado no “Escaparate” o livro “Sinistros Marítimos no País e no Estrangeiro, 1823-2020”, de Reinaldo Delgado, e ainda uma chamada de atenção para as “Maravilhas Poluidoras”, que à passagem pelos principais portos vão poluíndo as áreas envolventes, conforme consta no aviso preventivo da Federação Europeia de Transporte e Ambiente.
Entretanto, aproximando-se nova época festiva, desejamos a todos uma Pascoa doce e Feliz.












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