segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Newsletter Nº 18


Caros Associados e Amigos,
Logo a abrir, o «Editorial» discorre sobre os acontecimentos, que estão na ordem do dia, e lembra do tanto a ser imposto a todos quantos deviam defender o legado, que mais tarde ou mais cedo, irá pertencer às futuras gerações.
A Conferência dos Oceanos promovida pelas Nações Unidas, realizada em Lisboa, pode e deve ser um ponto de partida para a promoção dum criterioso «Desenvolvimento Sustentável» do mar que nos rodeia. Esse mesmo mar que também é nosso, e que o Estado se comprometeu a proteger, dentro de metas pré-estabelecidas, que poderão ter ou não sucesso, se a população estiver divorciada das mais elementares preocupações ecológicas.
Continuando, o arqtº Paiva Leal propõe uma reflexão sobre o episódio da construção do navio “Atlantida”, em Viana do Castelo, tal «Patinho Feio», que não interessou a quase ninguém, e que se tem revelado um excelente negócio para o actual proprietário norueguês.
Maia dos Santos, por sua vez, convida a uma viagem “No barco d’água acima” à descoberta de alguns locais parasidiacos espalhados pelo Alto Minho. Este passeio fluvial pode ser realizado na réplica construída recentemente, fazendo jus à memória das estradas fluviais e da importância que tiveram, no transporte de pessoas e no comércio de bens ao longo do seu percurso.
Reinaldo Delgado, relata uma história verídica praticamente dentro de portas. É um caso ocorrido com um navio americano, que chegou arribado a Leixões, para desembarcar tripulantes que foram vitímas de violência, provocadas por um psicopata completamente desiquilibrado.
José Felgueiras no seu texto «Incidente Naval ao largo de Esposende», conta uma história, que também tem muito de verídico, dum equívoco que podia ter tido terríveis consequências.
Nesta oportunidade, damos a conhecer a carismática personalidade dum valoroso homem de cultura, baptizado António Santos Graça, nascido na Póvoa de Varzim. Muito apaixonado pela gente e costumes da sua terra, traduz através das páginas do seu livro “O Poveiro”, o conhecimento dos hábitos duma considerável metrópole piscatória.
Nas últimas páginas surge o porquê da nossa Associação, através duma esclarecedora «Cronografia», lembrando um pouco do nosso percurso e actividades ao longo dos anos. Já no habitual «Escaparate» é feita referência ao livro “Os Lusíadas”, de Luís de Camões e à obra etnográfica “Uui!, U qu’ela faz na cortiça”, de Delfim Nora, alusívo à pesca da sardinha.


Esperamos continuar a merecer o melhor do seu interesse.
Até breve.

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