quarta-feira, 16 de março de 2022

Newsletter Nº 16


Caros Associados e Amigos,

Começamos esta newsletter, logo no editorial, com a informação dos trabalhos que tem vindo a ser publicados por membros ligados à Associação, estando devidamente publicitados no Escaparate, e logo de seguida é lançado novo apelo à autarquia municipal, no sentido de ser devolvida à cidade do Porto a estátua de “Portimnus”, o «deus romano dos portos da barra do Douro», que incompreensivelmente foi levada para Lisboa.
De J. Anjos Moreira, membro pioneiro do GANNO desde a primeira hora, e que infelizmente nos deixou há alguns anos, tem agora recuperado na actuais páginas, um dos seus textos de estudo sobre o “Sal”, enquanto produto «Indispensável na alimentação e na saúde do corpo humano».
Entretanto, em continuação de um texto já publicado, o arqt.º António Menéres, explica o seu interesse pelo mar através dos livros por si adquiridos sobre esta temática, com explicações sobre essa mesmas publicações, de grande oportunidade.
Quer se goste ou não, é por demais evidente que a lampreia continua a ser um peixe largamente apreciado, por muita da nossa população. Parece-nos por esse motivo merecer muito interesse, o texto de José Felgueiras, que explica como se procede à sua captura nas águas do Cávado e, melhor ainda, dá a conhecer um pouco da história desta actividade.
António Maia dos Santos, lembra que estão criadas condições para que este ano, já que não houve condições para ser concretizada no ano passado, a corrida das “Barcas Chatas”, que vão ter lugar no rio Tâmega, próximo do final do ano no município flaviense.
No espaço utilizado para divulgação museológica no país, a presente escolha recaiu sobre a “Alfândega Régia - Século XV, Museu da Construção Naval, Nau Quinhentista e a Casa do Barco”, todo um conjunto a justificar a visita a Vila do Conde.
A terminar, no Escaparate, saiba que foram recuperadas pirogas encontradas por arqueólogos nas margens do rio Lima e que José Felgueiras publicou um novo livro, intitulado “A inquisição, o Clero, a Fidalgia e o Povo em Esposende – Finais do Século XV ao Século XVIII”.

 


Esperamos que possa continuar a seguir-nos com o interesse a que nos habituou. Obrigado e até breve

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