Caros Associados e Amigos,
Temos novamente no prelo a mais recente newsletter, cujo editorial lembra as continuadas vicissitudes provocadas pela pandemia, que já se estende por um longo período, mas também perspectiva uma ansiada melhoria, que se espera possa contemplar o contacto com os associados, ainda que com as necessárias precauções, mas obviamente significando boas notícias para breve.
A primeira página sugere como essencial uma postura, na área da pesca e não só, que continue a defender “A segurança no mar e outras preocupações no sector das pescas”. Refere obrigatoriamente o falecimento do mestre Festas, por ter sido o grande timoneiro à frente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar. Este acontecimento por inesperado, abre caminho para uma nova presidência, que se deseja possa incorporar o espírito dinâmico e altruísta do dirigente falecido, porque apesar dos esforços realizados há sempre caminho para andar. Ao novo presidente os nossos votos de bom desempenho.
Segue-se muito a propósito a preocupação do Arqtº Paiva Leal com a preservação dos barcos rabelos na nossa principal via fluvial, e mais ainda para que não sejam destruídas as infra-estruturas onde ainda é possível construir ou reparar os nossos famosos barcos, que serão sempre uma parte integrante na paisagem da cidade.
Quem alguma vez imaginaria que a «Santa Inquisição» mostrava interesse pelo que eventualmente poderia existir sobre as águas do mar? É exactamente isso que José Felgueiras explica, no interessante artigo sobre uma inspecção feita a um navio de Esposende.
No Espaço Museus, trata desta vez o «Espaço Memória e Fronteira”, oferecendo um alargar de conhecimento sobre as actividades da gente raiana de Melgaço. É natural que um ou outro assunto seja público, mas acreditamos haver sempre algo mais, que nos possa surpreender!
O texto seguinte entende-se através do próprio título, isto é: “O Moringue e a importância da água potável, nas viagens dos descobrimentos portugueses”. A explicação, segundo Maia dos Santos, faz parte de uma narrativa, respingada da Crónica da Expedição Magalhães-Elcano (1519-1522), de Antonio Pigaffeta.
Depois o comandante Cambraia Duarte, traz-nos praticamente de regresso a casa, através do seu estudo sobre “O Monte da Senhora da Luz Revisitado”. O presente texto prossegue com a história dos diversos meios utilizados no farol da Foz, publicados anteriormente nas newsletters, sendo que nesta ocasião faz referência ao «Telégrafo de Palhetas, Tabuinhas ou Persianas».
Para finalizar, como habitualmente, o interessante escaparate.
A primeira página sugere como essencial uma postura, na área da pesca e não só, que continue a defender “A segurança no mar e outras preocupações no sector das pescas”. Refere obrigatoriamente o falecimento do mestre Festas, por ter sido o grande timoneiro à frente da Associação Pró-Maior Segurança dos Homens do Mar. Este acontecimento por inesperado, abre caminho para uma nova presidência, que se deseja possa incorporar o espírito dinâmico e altruísta do dirigente falecido, porque apesar dos esforços realizados há sempre caminho para andar. Ao novo presidente os nossos votos de bom desempenho.
Segue-se muito a propósito a preocupação do Arqtº Paiva Leal com a preservação dos barcos rabelos na nossa principal via fluvial, e mais ainda para que não sejam destruídas as infra-estruturas onde ainda é possível construir ou reparar os nossos famosos barcos, que serão sempre uma parte integrante na paisagem da cidade.
Quem alguma vez imaginaria que a «Santa Inquisição» mostrava interesse pelo que eventualmente poderia existir sobre as águas do mar? É exactamente isso que José Felgueiras explica, no interessante artigo sobre uma inspecção feita a um navio de Esposende.
No Espaço Museus, trata desta vez o «Espaço Memória e Fronteira”, oferecendo um alargar de conhecimento sobre as actividades da gente raiana de Melgaço. É natural que um ou outro assunto seja público, mas acreditamos haver sempre algo mais, que nos possa surpreender!
O texto seguinte entende-se através do próprio título, isto é: “O Moringue e a importância da água potável, nas viagens dos descobrimentos portugueses”. A explicação, segundo Maia dos Santos, faz parte de uma narrativa, respingada da Crónica da Expedição Magalhães-Elcano (1519-1522), de Antonio Pigaffeta.
Depois o comandante Cambraia Duarte, traz-nos praticamente de regresso a casa, através do seu estudo sobre “O Monte da Senhora da Luz Revisitado”. O presente texto prossegue com a história dos diversos meios utilizados no farol da Foz, publicados anteriormente nas newsletters, sendo que nesta ocasião faz referência ao «Telégrafo de Palhetas, Tabuinhas ou Persianas».
Para finalizar, como habitualmente, o interessante escaparate.












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