quarta-feira, 8 de abril de 2026

CADERNOS GANNO


Caros Associados e Amigos,

Esta é a capa do primeiro “Caderno Ganno”, a que seguramente outros se seguirão em função da importância que a Associação dedica à divulgação do conhecimento e estudo da cultura naval, com principal incidência na área noroeste do país.
Para melhor ajuizar do interesse neste caderno, fundamental pela forma como é apresentado e pela mestria do autor, convirá sobre qualquer pretexto a respectiva consulta, para se possa entender com fascínio como foi possível descobrir o mundo.

sexta-feira, 20 de março de 2026

Newsletter Nº 32


Caros Associados e Amigos,

A presente newsletter correspondente ao mês de Março, começa como sempre com o Editorial, tendo na primeira página um interessante artigo sobre «A Arte da Carpintaria Naval e o Barco Moliceiro, inscritos na lista do Património Imaterial da Unesco».
Porque se trata também de património, continua a apresentação do trabalho subjacente às «Técnicas de Construção Naval em Madeira» e ninguém melhor saberia faze-lo do que o mestre António José do Carmo.
Por sua vez, enquanto Reinaldo Delgado apresenta um pequeno relato sobre o naufrágio do iate “Três Amigos”, e sua recuperação, na barra do Douro, o rio serve também para dar a conhecer o trabalho das «Barqueiras», explicado através do texto da responsabilidade do amigo Armando Gonçalves.
Continuando com a escolha dos temas abordados, Maia dos Santos reflecte sobre a «Breve História do Seguro Marítimo e da Tipologia dos Navios», propondo-se logo a seguir à visita das interessantes instalações do Museu Municipal de Espinho.
Prestes a terminar a newsletter, há ainda no «meu barco de papel» informação relacionada com as actividades em que estiveram presentes membros da direcção da Associação. No «Escaparate» é divulgada a primeira publicação promovida pelo Grupo, da responsabilidade do António José Carmo, e lembra a finalizar que «Os Gatos» são fiéis companheiros das viagens marítimas.
A todos os nossos cumprimentos e votos de boa leitura.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Newsletter Nº 31


Caros Associados e Amigos,

Com esta publicação chegamos ao fim de mais um ano e a proposta é continuar, com a mesma vontade e dedicação. A newsletter retoma neste número o interesse desenvolvido pela Arqueologia Naval, com previsão de trabalhos a publicar brevemente.
Continua pela importância e mestria de António José do Carmo, as "Técnicas de construção naval em madeira, nos estaleiros de Vila do Conde, que chegaram ao século XXI".
Na página "O meu barco de papel" é dado a conhecer algumas actividades onde participaram elementos da Associação, seguindo-se o texto de Alice Gonçalves Portas, relacionado com o dia dois em que foi suposto ter iniciado a Iª Grande Guerra, quando há muito se combatia em África.
Reinaldo Delgado por sua vez conta a história da viagem do presidente da República, a bordo do vapor "Porto", nas comemorações do Iº Centenário da Independência do Brasil.
E, como habitualmente no Escaparate, faz-se referência ao livro "Ó da Barca", de Fernanda Simões Dias e lembra da necessidade de um novo museu no Porto, que possa representar condignamente a cidade.

A terminar, os votos de sucesso para o novo ano de 2026

 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Newsletter Nº 30


Caros Associados e Amigos,

A presente newsletter logo na primeira página chama a atenção da importância das novas tecnologias, motivo mais do suficiente para tentar perceber “Qual o interesse da IA na arqueologia e etnologia navais?”.
Nas páginas seguintes continuam a ser divulgadas as “Técnicas de construção naval em madeira, nos estaleiros de Vila do Conde”, trabalho que foi desenvolvido através da experiência e largo conhecimento do mestre António José do Carmo.
Segue-se a conclusão do texto sobre “A génese da vela em Portugal e as primeiras regatas no Douro e em Leixões”, da responsabilidade do Cmdte. José Eduardo de Sousa Luís.
Armando Gonçalves através do seu texto recorda a extenuante actividade vivida por grande número de mulheres, “As descarregadoras do sal”, de bordo dos navios para os cais do Douro.
Nunca serão suficientes as palavras de franca homenagem ao amigo Francisco Cabral, que connosco conviveu dentro e fora da nossa Associação. Por esse motivo Reinaldo Delgado não faz mais do que lembrar os primeiros passos no GANNO, e dar a conhecer aspectos da vida e da inesquecível personalidade do homem que viveu intensamente o nosso mundo marítimo.
No «Espaço Museus» a escolha recaiu sobre o simpático e acolhedor CIPA – Centro Interpretativo do Património da Afurada, mesmo ao lado do porto de pesca, em Vila Nova de Gaia. Um leque de notícias lembra que foi dado destaque nas «Conversas ao fim da tarde…», ao afundamento do lugre Rio Cávado, por José Felgueiras, no Museu Marítimo de Esposende. Ainda, é feita menção aos “Encontros Anuais de Embarcações Regionais”, e alerta também para o facto de ter caído na água “Mais um Água-arriba, no rio Minho.
No «Escaparate» fecha a newsletter a publicação de José Felgueiras, sobre “As embarcações de Esposende no tempo da Carta Régia – Ano de 1572, e faz elogiosa referência à “Participação do NRP Sagres, na histórica regata Sail-Amsterdam”.

Mais uma vez obrigado pela visita e até breve.

terça-feira, 29 de julho de 2025

Newsletter Nº 29


Caros Associados e Amigos,
Na defesa do interesse que tem sido notado por parte dos Associados, estamos a publicar integralmente as páginas publicadas na newsletter, que apresenta como sempre um leque de temas diversificado.
De acordo com o respectivo sumário, os trabalhos escolhidos estão relacionados com o "Tratado de Alto-Mar, o que é a qual a finalidade?, e as "Técnicas de construção naval em madeira, nos estaleiros de Vila do Conde, que chegaram ao século XXI, pelo Mestre António José Carmo.
Segue-se a continuação (2ª parte) do estudo realizado pelo Comandante José Eduardo de Sousa Luís, sobre a "Génese da vela em Portugal e as primeiras regatas no Douro e Leixões.
José Eduardo Felgueiras propõe dar a conhecer uma pesquisa ligando "Esposende e Fão na pesca do bacalhau desde o século XIII - Mareantes e tripulantes do concelho de Esposende".
A newsletter faz ainda referência nas últimas páginas à comemoração da passagem de mais um aniversário da Associação, a apresentação do livro "Dimensões Identitárias, uma abordagem sobre o papel da figura feminina no cenário da pesca do bacalhau em Portugal, de Rosilda Portas, e lembra diversos livros de Júlio Verne, que apesar dos anos continuam a justificar uma leitura obrigatória.
Gratos pelo interesse, boas leituras e até breve.

quinta-feira, 8 de maio de 2025

Newsletter Nº 28

 


Caros Associados e Amigos,

Nesta newsletter o Editorial abre caminho aos artigos publicados, e principia por fazer referência ao prof. Adriano Vasco Rodrigues, recordando a extraordinária personalidade que infelizmente nos deixou recentemente. Profundo conhecedor da nossa história marítima, e dedicado docente em várias universidades, dividiu connosco áreas do seu conhecimento em encontros e reuniões, que os Associados do GANNO seguramente vão reter na memória por muito tempo.
José Eduardo Felgueiras com o seu habitual «savoir faire» propõe acompanhar Luís Nunes Novo, também conhecido pel’ «O Piloto da Frita”, ao encontro de locais de pesca menos conhecidos, utilizados na pesca do bacalhau em finais do século XIX.
O arqtº António Menéres aflora recordações de tempos vividos junto do vale do rio Leça, onde andou e por onde passou, com harmoniosos detalhes arqueológicos, que o progresso e a evolução demográfica eclipsaram.
Por sua vez, o Cmdte. José Eduardo de Sousa Luís, profundo conhecedor da navegação à vela, explora “A génese da vela em Portugal e as primeiras regatas no Douro e em Leixões”, tema de grande interesse a merecer divulgação adequada.
A pesca do bacalhau, explicada pelo engº. Mesquita Guimarães, acontece um pouco por acaso, resultando através de uma pesquisa sobre familiares. A feliz coincidência abre portas sobre episódios menos conhecidos, aumentando o caudal de informação sobre a faina maior.
Reinaldo Delgado conta a aventura vivida por um individuo de nacionalidade russa, que a partir de Espanha esperava conseguir o regresso a casa, a bordo de uma jangada, que ele próprio construiu com materiais dispersos encontrados nas praias próximas ao local onde se encontrava. Ainda bem para ele, porque a navegar não o deixaram ir além da Póvoa de Varzim.
A terminar, é feita referência a actividades da Associação, no Escaparate divulga-se a publicação dos livros “Daqui houve nome Afurada” e “Afurada mulheres sofridas”, de J. Marques da Cruz, e nas curiosidades o texto “A balada do velho marinheiro”.